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Resultados de pesquisa sobre uso das plataformas de mídia social nos EUA

Uma pesquisa feita nos Estados Unidos revelou que o YouTube foi a rede social que teve o crescimento mais significativo durante a pandemia. Os dados são da Pew Research Center, divulgados ontem.

De acordo com o relatório, YouTube e Facebook são as plataformas mais utilizadas. Mas dos dois, apenas o YouTube ainda está crescendo, de 73% de adultos nos EUA em 2019, para 81% em 2021. Os números do Facebook, entretanto, permaneceram inalterados desde 2019 em 69%.

Porém, a estagnação de crescimento não é só do Facebook, já que de acordo com a Pew, a única outra plataforma a ver um crescimento “estatisticamente significativo” desde 2019 foi o Reddit, que cresceu de 11% em 2019 para 18% em 2021.

A pesquisa também trouxe outra informação relevante: embora o crescimento da maioria das redes sociais tenha desacelerado, não significa que os americanos estão menos ligados nessas mídias: entre os usuários do Facebook, 49% dizem que acessam a plataforma várias vezes ao dia, no Snapchat 45% dos usuários também abrem o aplicativo mais de uma vez, assim como 38% dos usuários do Instagram. No YouTube pouco mais de um terço dos usuários relatam visitar o serviço com mais frequência do que uma vez por dia.

A pesquisa anterior, de 2019, ainda não trazia dados sobre o TikTok, então não se tem dados de comparação, mas de acordo com esse novo relatório, 21% dos americanos afirmam usar o TikTok. Só que esse número muda bastante quando o foco é no público jovem, com a participação do TikTok aumentando para 48% entre as pessoas de 18 a 29 anos. Nesse mesmo demográfico o YouTube também é a plataforma mais dominante, com 95%, seguido pelo Instagram com 71%, Facebook com 70% e Snapchat com 65%.

As conclusões são de uma pesquisa com 1.502 adultos norte-americanos conduzida de 25 de janeiro a 8 de fevereiro de 2021. A margem geral de erro foi de mais ou menos 2,9 pontos percentuais.

O relatório completo pode ser acessado aqui: Social Media Use in 2021, de onde também tiramos o gráfico apresentado acima.

Fontes adicionais: Engadget e CNBC

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