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WhatsApp: versão web começará a solicitar autenticação biométrica (e pagamentos devem ser autorizados ainda nesse semestre)

O presidente da Cielo, Paulo Caffarelli participou de um evento com a imprensa nesta quarta-feira (27), quando afirmou que a autorização do Banco Central para que o Whatsapp funcione como sistema de pagamentos deve ocorrer ainda neste primeiro semestre.

Caffarelli disse também que além de oferecer pagamentos e transferências entre usuários, o serviço já deve chegar ao mercado integrado ao Pix, eliminando uma possível limitação de transferências apenas entre os usuários do aplicativo de mensagens.

Outra novidade que o WhatsApp está lançando é a adição de mais uma camada de segurança no seu serviço web. A empresa afirma que a partir de hoje permitirá que as pessoas adicionem uma digitalização de impressão digital, rosto ou íris para usar o WhatsApp no desktop ou na web, vinculando-o ao seu aplicativo móvel, para ser usado junto com a autenticação do QR Code existente.

O novo recurso funcionará apenas para quem tem os serviços de autenticação biométrica habilitados em seus smartphones. Quando implementado, ele aparecerá para os usuários antes que uma versão para desktop ou web possa ser vinculada a uma conta de aplicativo móvel, que hoje depende apenas do uso de um QR Code (a leitura do QR Code continuará sendo solicitada, esta é uma segunda etapa, semelhante à possibilidade de escolher implementar duas etapas de autenticação em um aparelho para usar o aplicativo do WhatsApp hoje).

Segundo a empresa, essa adição reduz a chance de outra pessoa conectar sua conta do WhatsApp em um dispositivo sem a sua permissão.

A empresa promete que outros recursos devem ser adicionados este ano para aproximar as experiências entre desktop e mobile. O que é muito promissor, pois a versão web é mais limitada que o aplicativo – exemplo: a versão web do WhatsApp não poder fazer chamadas, e isso pode mudar em breve, já que o recurso começou a ser detectado em testes beta.

 

Fontes: CanalTech, Valor Econômico, TechCrunch e CanalTech

 

 

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